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Agronegócio gaúcho encerra 2017 com saldo negativo de empregos formais

6 de fevereiro de 2018

O agronegócio gaúcho registrou saldo negativo de empregos formais em 2017, representando o segundo ano da série histórica do setor com perda de empregos. No acumulado de janeiro a dezembro de 2017, houve queda de 1.597 empregos com carteira assinada. A informação é da Fundação de Economia e Estatística. No mesmo período de 2016, o saldo entre admissões e desligamentos havia sido positivo, de 1.709 empregos.

Os setores com maior fechamento de postos de trabalho no ano passado foram os de fabricação de conservas, de produção de sementes e mudas certificadas, e de produção florestal. Na cadeia florestal, a Fundação de Economia e Estatística lembrou que, em função de problemas técnicos, a principal fabricante de celulose do Estado interrompeu a produção por três meses, contribuindo para a redução no estoque de empregos de atividades conexas.

Já os setores com maior criação de vagas no ano foram os de comércio atacadista de produtores agropecuários e agroindustriais, e de abate e fabricação de produtos de carne.

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