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BM amplia buscas por cobra, mesmo o IGP tendo garantido que o menino morreu por afogamento no RS

3 de janeiro de 2018
O Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM) ampliou as buscas por uma cobra que teria provocado o afogamento do menino Guilherme da Silva Andrade, 12 anos, no último domingo na localidade de Butiá Grande, em Ipiranga do Sul, no Norte do Estado. De acordo com o coronel Victor Hugo, 12 militares trabalham no local.

Guilherme da Silva Andrade estava com o irmão, de 15 anos, e um tio no local quando caiu no rio. De acordo com o tio, a vítima teria sido puxada por uma cobra de grande tamanho, o que levantou suspeitas sobre a possibilidade de ser uma sucuri. O laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul, no entanto, confirmou que a causa da morte do menino foi asfixia mecânica por afogamento. Ainda, segundo o laudo, o menino não tinha nenhum membro fraturado, o que provavelmente ocorreria com um ataque de uma sucuri.

Apesar de a sucuri não ser um animal nativo do Rio Grande do Sul e ser típica no Brasil em regiões como o Pantanal e a Amazônia, o coronel Victor Hugo não descarta a possibilidade de que tenha sido um réptil dessa espécie o responsável pelo ataque.

"Estamos realizando levantamento do local e coleta de depoimento de testemunhas ate amanhã (quinta–feira). Precisamos ter dados substanciais que comprovem ou não a presença do réptil. A hipótese da presença de uma sucuri, ou uma píton, é preocupante. Estamos realizando a cobertura do local para identificação de sinais."

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