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Ceriluz doa equipamentos à polícia ambiental para combate à pesca ilegal

20 de março de 2019

Tendo em vista que as atividades de pesca, esporte e lazer são proibidas nos rios onde estão localizadas as usinas da Ceriluz, a Cooperativa está mobilizando ações para reforçar o combate a este tipo de ação. Segundo o vice-presidente da Ceriluz, Valmir Elton Seifert, as atividades são proibidas a uma distância mínima de 200 metros de qualquer infraestrutura de usinas, não somente pelo fator ambiental, mas pelo risco de acidentes.

Sendo assim, a Cooperativa está também reforçando sua relação com as polícias ambientais da região. Para auxiliar o policiamento nestes locais, a Ceriluz realizou, no início deste mês, a doação de uma câmara fotográfica com zoom de longo alcance e de um aparelho GPS para o 2º Pelotão Ambiental de Santo Ângelo.

“Esses equipamentos vêm em boa hora e ajudarão a melhorar os nossos serviços, especialmente os de campo, como levantamento de crimes ambientais que ocorrem na nossa região”, afirmou o tenente, Paulo Zilmar Machado. Ele explica que a patrulha atende uma região de oito municípios, onde são registrados com frequência problemas de desmatamento, intervenções em rios e banhados, pesca predatória, caça, entre outros.

O tenente comenta que existe uma atenção especial em relação às barragens da Ceriluz, cuja fiscalização é feita de forma compartilhada com a Patrulha Ambiental de Cruz Alta. O sargento Raul Campos Nunes salienta que a fiscalização é feita principalmente de forma embarcada, buscando coibir a pesca com o uso de petrechos ilegais, definidos de acordo com o período do ano, cabendo restrições maiores no período da Piracema, especialmente próximo às estruturas de usinas. Além da fiscalização de rotina, conforme Nunes, a patrulha também atua a partir de denúncias realizadas pela comunidade.

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