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Cidades brasileiras têm atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência

13 de agosto de 2019
Manifestantes em protesto na UFSM. — Foto: Maurício Rebelato/RBS TV

Até por volta das 13h desta terça-feira (13), 36 cidades de 16 estados e do Distrito Federal, haviam realizado protestos pacíficos em defesa da educação e contra a Reforma da Previdência. Os protestos foram convocados por entidades estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Desde maio, após governo do presidente Jair Bolsonaro anunciar cortes na educação, esta é a terceira mobilização nacional em defesa do setor.

No Rio Grande do Sul, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aderiu ao protesto. Os estudantes entregaram panfletos aos motoristas com as reivindicações, além de levarem bandeiras e faixas pedindo mais apoio às universidades. Na rede estadual de educação de Santa Maria, as escolas Maria Rocha e Cícero Barreto, as maiores do município, estão sem aulas

Em Passo Fundo, o protesto começou por volta das 10h3o e durou cerca de duas horas. Os manifestantes caminharam até a 7ª Coordenadoria Regional de Educação. Eles denunciam a situação das escolas do município e reclamam do parcelamento de salários. Segundo o Cpers Sindicato, que representa professores estaduais, cerca de 90% das escolas paralisaram total ou parcialmente nesta terça.

No Instituto Federal de Júlio de Castilhos e no Instituto Federal de São Vicente do Sul, algumas turmas estão sem aulas. Em Alegrete, a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) teve paralisação de forma parcial. Algumas turmas não tiveram aulas. De acordo com a instituição, as decisões ficaram a critério de cada professor.

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Fonte: G1

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