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Coleta seletiva retira 36 toneladas mensais dos bairros de Cruz Alta

12 de dezembro de 2019

A avaliação semestral da política pública da coleta seletiva apontou crescimento da demanda de materiais recicláveis nas 4 associações de catadores de Cruz Alta.

De acordo com a Coordenadora da Inatecsocial da Unicruz/Profissão Catador, Enedina Teixeira o objetivo está sendo superado. “Começamos a coleta com o objetivo de 30 toneladas mês e superamos este objetivo. É grande o número de pessoas que ligam para a central do projeto querendo participar da coleta. A população tem colaborado muito, mas temos que avançar ainda mais. A educação ambiental é permanente e fundamental, pois não adianta termos coleta seletiva, se a população não separar e não destinar os resíduos recicláveis para a coleta seletiva”, ressalta ela.

Para o Prefeito Municipal de Cruz Alta, Vilson Roberto Bastos dos Santos, “este crescimento demonstra o potencial que Cruz Alta tem na geração de materiais recicláveis e por isso é importante que ocorra a separação dos resíduos”.

Conforme o Coordenador de Meio Ambiente, Diones da Silveira, “esta avaliação sobre o aumento da demanda de recicláveis no município aponta indicadores favoráveis, mesmo em uma época de crise econômica que apresenta queda no consumo de alguns produtos no Brasil. Isso evidência que a população mesmo não consumindo em grande escala vem se conscientizando sobre a importância de separar os resíduos recicláveis.  A tendência é que após as festas de final de ano está demanda cresça ainda mais, porém de nada adianta ter aumento do consumo de produtos se as pessoas misturarem os resíduos recicláveis com os orgânicos neste final de ano”.

Para o coletor Tiago Dias, “esta época de final de ano é a safra dos catadores. Além de lembrar do aumento dos resíduos na coleta, recordo de um presente de boas festas que ganhei no final do ano passado de uma senhora que é participante da coleta seletiva. É gratificante perceber que o nosso trabalho é valorizado”.

A catadora do Bairro Jardim Primavera 2, Silvia Ribeiro, relata que tem um conhecido que separa os recicláveis na Santa Terezinha em um big bag e nunca vem misturado. “A ideia dele poderia ser multiplicada, se as pessoas tivessem a compreensão de que um simples ato de separação vem para o galpão, vira renda e ajuda o meio ambiente. Recebemos mais de 15 big bags diários”.  Atualmente são 9 trabalhadores que trabalham diretamente com a coleta seletiva e possuem carteira assinada. Além disso, outros 60 catadores são beneficiados com a coleta seletiva e tem uma renda média mensal de R$ 700,00 conforme os turnos trabalhados.

A política pública da coleta seletiva teve seu lançamento de ampliação para 44 bairros da cidade no mês de junho. É desenvolvida a partir de um termo de fomento entre a Fundação Universidade de Cruz Alta, Prefeitura Municipal e Associações de Catadores do município.

 

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Fonte: Assessoria de imprensa da Prefeitura de Cruz Alta

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