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Com atendimento restrito, hospitais de Porto Alegre só recebem pacientes com risco de vida

29 de junho de 2017
Três hospitais de Porto Alegre, que recebem pacientes de todo o Rio Grande do Sul, restringiram o atendimento e passaram a receber apenas pacientes com risco de vida. A situação ocorre nas emergências do Clínicas, do Conceição e da Santa Casa.

A explicação para problema ocorre devido à superlotação e ao fechamento de vagas. Desde 2010 foram fechados na cidade 422 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo do Sistema Único de Saúde (SUS). Só no Hospital Parque Belém, que deixou de funcionar em maio deste ano, foram 208 vagas a menos ao longo dos últimos sete anos.

A dona de casa Ligiane de Castro dos Santos levou o filho para atendimento e precisou ir para outro lugar. "Eu passei pela triagem, ela nem olhou para o meu filho. Simplesmente disse que estão atendendo em caso muito grave, se a criança chegar com convulsão ou com febre muito alta. E me mandou ir para o Hospital da Criança."

Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) a situação é similar a dos três hospitais. O comerciante Adriano Buratto ajudou a socorrer um vizinho que estava passando mal, que foi levado para a UPA. "Cheguei aqui, conversei ali dentro e ela viu como o estado dele era grave, rapidamente levaram ele pra dentro. O problema é que só tem um médico, é isso que me preocupou ali, só tem um médico lá dentro."

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