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Confederação Nacional de Municípios alerta para “estado de calamidade pública” com saída de médicos cubanos

15 de novembro de 2018
Foto: Marcelino Vazquez Hernandez / ACN / Divulgação / CP

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alertou hoje (15), por meio de nota, que o fim da parceria do governo federal e Cuba pode levar ao “estado de calamidade pública”. Segundo o presidente da CNM, Glademir Aroldi, a situação é de extrema preocupação e aposta que na permanência dos profissionais até o final do ano, ou, “se possível, por tempo maior a ser acordado entre os dois países”.

A CNM reforçou que os 8,5 mil médicos cubanos estão distribuídos em 2.885 municípios, sendo a maioria nas áreas mais vulneráveis, como o norte do país, o semiárido nordestino, as cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), as terras indígenas e as periferias de grandes centros urbanos.

Entre os 1.575 Municípios que possuem somente médico cubano do Programa, 80% possuem menos de 20 mil habitantes. “Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas”, detalha a nota.

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Fonte: Correiodopovo.com.br
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