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Deputado defende auxílio maior para empresas e profissionais autônomos prejudicados pela pandemia

8 de abril de 2021

Por unanimidade, com 53 votos favoráveis, a Assembleia Legislativa aprovou nesta semana o auxílio-emergencial gaúcho. O investimento será de R$ 107 milhões e auxiliará empresas e trabalhadores dos setores de alojamento, alimentação e eventos, além de mulheres chefes de família. De acordo com o Executivo, no total, o auxílio emergencial gaúcho atingirá 104,5 mil beneficiários, entre empresas e pessoas de forma direta. o projeto de auxílio emergencial gaúcho prevê que os repasses sejam feitos em duas parcelas: de R$ 1 mil cada para as empresas do Simples e de R$ 400 cada parcela para microempreendedores individuais, desempregados e mulheres chefes de família. O deputado Eduardo Loureiro, do PDT, disse que votou favoravelmente à proposta, mas acredita que a melhor saída para o momento seria centrar o auxílio para pessoas físicas, e auxiliar empresas através da flexibilização de impostos e linhas de crédito acessíveis.

“Seria mais interessante que o governo concentrasse esses valores para pessoas físicas e, para atender os pequenos empreendedor, crie programas de financiamento através de bancos públicos, como o Badesul e o Banrisul. O Estado tem instrumentos para movimentar estes setores que estão sofrendo, com prejuízos enormes. Também poderia lançar programas de refinanciamento de dívidas e postergar o pagamento de alguns impostos, como o ICMS, para auxiliar de forma mais contundente estes empreendedores”, disse Loureiro.

As condições e os critérios a serem atendidos pelos futuros beneficiários, bem como a forma de pagamento e demais aspectos operacionais do subsídio, serão definidos em decreto que ainda não foi editado.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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