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Devido a erro no sistema do banco, homem do RJ teve R$ 120 bilhões depositados em sua conta

25 de abril de 2019
Imagem: ilustração/internet

Por cinco dias, o designer do Rio de Janeiro Paulo de Oliveira, se viu em uma posição inimaginável para alguns, a de homem mais rico do Brasil, com R$ 120 bilhões depositados em sua conta bancária por conta de um erro no sistema da Caixa Econômica Federal.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta quinta-feira (25), Paulo falou, com muito bom humor, sobre a situação inusitada que viveu na última semana. Ao ir até o mercado para fazer as compras, o designer não conseguiu realizar o pagamento, porque a conta já havia sido bloqueada por conta do valor suspeito. “Nessa hora, eu pensei: “pô, eu estou pobre, mas não tanto assim”, afirmou Paulo.

Ao abrir o aplicativo do banco para verificar o que havia acontecido para que não conseguisse utilizar o cartão, Paulo viu que uma “compensação retroativa” de R$ 120 bilhões constava em sua conta. “Do coração eu sei que eu não morro mais, do coração eu estou bem”, disse.

O designer conta ainda que até tentou fazer alguma movimentação, como uma transferência para uma conta poupança, mas sem sucesso. “Se eu tivesse ficado com esse dinheiro durante cinco dias na poupança, teria me rendido R$ 140 milhões”, brincou.

Apesar das brincadeiras, Paulo conta que tentou resolver a situação ao tentar ligar para a Caixa e informar o erro, mas que, depois de alguns minutos apenas “ouvindo uma musiquinha”, desistiu e decidiu que iria pessoalmente até sua agência para resolver o problema. 

“A gente fica brincando que faria isso, que faria aquilo, mas eu sabia que aquele dinheiro não era meu, não iria fazer nada com ele “, confessou. Fui ao banco e falei com a minha gerente, disse que tinha um “pequeno” depósito lá. Foi engraçado, porque ela ficou tipo “como assim?”, e eu disse: “pois é, R$120 bilhões. Deve ter sido de alguma das propriedades que eu vendi”.

Segundo Paulo, a gerente do banco chegou a questionar se ele estava realmente esperando algum depósito, e ele, brincando com a quantidade em questão, respondeu: “Só se eu tivesse vendido a Amazônia”. Por fim, Paulo confessou que gosta de fazer piada com o que aconteceu, mas que jamais ficaria com um dinheiro que não é dele.

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Fonte: Gaúcha ZH

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