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MANCHETES

Divulgada a súmula de São Luiz x Caxias; leia

10 de março de 2020

Aos 39 minutos do segundo tempo, após uma marcação de uma falta contra a equipe da SER Caxias, fui informado pelos jogadores da mesma equipe, referente a um ato de racismo contra o atleta núnero 7 Leonardo da Costa Silva “Tilica”, ao olhar para a linha de meta perto ao banco de reservas da SER Caxias, observei jigador titulares e substitutos perto do alambrado discutindo com torcedores localizados na parte destinada a torcida do EC São Luiz, a equipe da Brigada Militar comandada pelo capitão Gilmar Bischoff e cerca de mais de 10 PMs, que já estavam tentando afastar ps jogadores do alambrado, foi quando me aproximei do local. Fui até o atleta número 7 Leonardo da Costa Silva “Tilica” e perguntei o que havia acontecido. O atleta me relatou que foi chamado de macaco por um torcedor da equipe do EC São Luiz, logo em seguida foi alambrado, tentando encontrar quem havia lhe proferido essa ofensa. Através do meu sistema de comunicação perguntei aos membros da equipe de arbitragem se alguém havia escutado as ofensas citadas pelo atleta do Caixas, os assistentes 1 e 2, assim como o quarto árbitro, não estavam próximos a este atleta que havis sido substituido e estava se direcionando ao seu banco de reservas e relataram que não conseguiram escutar as ofensas. Me dirigi ao encontro do chefe do policiamento, o Capitão Gilmar Bischoff e informei a ele que o atleta havia me relatado que tinha sido chamado de macaco, perguntei qual o procedimento que a Brigada Militar deveria seguir. O capitão me disse que o atleta ofendido deveria identificar o autor desta injúria racial e que com esta identificação ele poderia prender o torcedor. Foi então que me dirigi ao banco de reservas, onde naquele momento o atleta numero 7 Leonardo da Costa Silva “Tilica” estava sentado chorando com as mão no rosto, pedi para que ele conversasse comigo e lhe disse as seguintes palavras: “estou aqui para lhe ajudar, preciso saber se você quer tentar identificar o autor desta ofensa”. Ele prontamente veio e eu conduzi ele até o capitão Gilmar e disse: “capitão ele quer seu auxilio para identificar o autor das ofensas”. O capitão falou para o atleta Tilica: “você tem de identificar a pessoa correta, se você tiver certeza mesmo, eu vou lá e prebdo este torcedor”. O jogador foi em direção a torcida e e tentou achar o torcedor, mas nos informou que ele não estava mais naquele local, e logo em seguida voltou ao seu banco de reservas.
Perguntei ao capitão, se ele dava segurança para reiniciarmos o jogo e ele respondeu que sim. Sendo assim reiniciamos a partida. A partida ficou interrompida por 4 minutos.
Ao final da partida perguntei ao capitão Gilmar se algum boletim de ocorrência havia sido efetuado e ele me informou que nenhum membro da equipe da SER Caxias havia pedido para registrar algo.
Assim como o membro da CAEF Márcio Cristiano Brum Coruja fez contato com o policiamento e com o presidente da SER Caxias sobre o fato acima referido.

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