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Economista da Fecomércio sugere negociação e reinvenção para empresários superarem atual crise

25 de março de 2020

As restrições impostas pelo poder público, devido à pandemia de coronavírus, repercutem bastante no setor de comércio do Rio Grande do Sul. Isso porque, a grande maioria das empresas está fechada ou funciona apenas com serviço de plantão. As determinações visam evitar circulação e aglomeração de pessoas.

Durante entrevista hoje pela manhã na RPI, a economista chefe da Fecomércio (foto), Patrícia Palermo, destacou que o isolamento social paralisa a economia, mesmo que seja medida necessária. Citou que somente as empresas optantes pelo sistema Simples empregam 673 mil pessoas no território gaúcho.

Patrícia Palermo comentou que as empresas não estão preparadas para esta queda abrupta de clientes e vendas. No geral, a economista da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul enfatizou que na média as empresas brasileiras não conseguem aguentar um mês sem faturamento.

Na mesma entrevista na Progresso, Patrícia Palermo orientou os empresários a negociar pagamento de aluguéis, além de renegociar débitos com fornecedores e agências bancárias. A economista destacou que empresários e trabalhadores estão no mesmo barco, com a crise financeira gerada pelo coronavírus.

Para ela, esse é o momento do empresário varejista se reinventar, mesmo com as empresas de portas fechadas. Porém, Patrícia Palermo esclareceu que os empresários precisam ter atenção com as legislações de cada município, pois há diferenças locais.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

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