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Economista da unijuí alerta sobre perigos devido a alta dos juros do cheque especial e cartão de crédito

13 de setembro de 2016
As taxas de juros do cheque especial e do cartão de crédito tiveram novo aumento no Brasil no mês de agosto, em comparação com meses anteriores. Os percentuais do cheque especial ultrapassam 300% ao ano e o cartão de crédito supera os 400% ao ano. Com isso, mais da metade da população brasileira encontra-se inadimplente. Conforme o economista da Unijuí, Argemiro Brum, manter ativos os limites de cheque especial, como um complemento de renda, se torna um suicídio econômico na vida das pessoas.

Em entrevista à Progresso, o economista deu dicas de como amenizar essa situação. Segundo Argemiro, recorrer a empréstimos mais baratos para cobrir as taxas de juros mais altas é uma das possibilidades. Outra questão é parar de contrair dívidas e enxugar o orçamento ao máximo e se valer de uma regra básica de gastar somente aquilo que poderá pagar.

A grosso modo, o economista cita que a população não deve utilizar mais que 40% de sua receita para pagamento de prestações e financiamentos. Argemiro Brum atribui a inadimplência ao enfraquecimento da economia no país. Para o economista, ao perder o poder de compra a circulação de dinheiro na área do comércio e serviço é enfraquecida.

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