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Em entrevista na RPI, secretário da Fazenda do RS pede cota de sacrificio dos gaúchos para melhorar finanças do Estado

24 de novembro de 2016
Com o argumento de que não é possível resolver problemas sérios com medidas paliativas ou, numa comparação com a saúde, tratar doenças graves com analgésico, o secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovane Feltes, iniciou entrevista hoje pela manhã na Rádio Progresso. A conversa foi pautada sobre o pacote de projetos apresentado segunda-feira pelo governador José Ivo Sartori e equipe, que prevê mudanças drásticas na estrutura do Estado, a fim de melhorar as finanças.

Feltes espera que a sociedade faça avaliação equilibrada dos projetos e reforça que se o pacote for aprovado pela Assembléia Legislativa, os resultados do equilíbrio financeiro vão ser percebidos daqui há quatro anos. “Chegou a conta e chegou pesada”, argumentou Giovane Feltes, ao ressaltar o momento após sucessivos anos de gasto financeiro maior que a arrecadação por parte de diferentes governos.

O secretário estadual da Fazenda destacou que as propostas encaminhadas à Assembléia Legislativa atingem todos os setores da sociedade e todos os servidores, independente de altos ou baixos salários. Para ele, todos precisam dar a cota de sacrifício. Feltes observou, por exemplo, que o pacote de projetos propõe a extinção de nove fundações estaduais como forma de economizar.

O secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul deixou bem claro que da forma como está, o governo gaúcho não tem dinheiro para pagar o salário integral do funcionalismo referente ao meses de novembro e dezembro e muitos menos o 13º salário. Essa realidade somente poderá mudar se houver ajuda financeira federal, o que ele acha difícil.
 

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