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Empresa nomeada para intervenção judicial na Cotrijuí divulga nota e garante sequência de atividades

2 de fevereiro de 2018

A empresa Brizola e Japur, Administradora Judicial em Recuperações Judiciais e Falências, divulgou nota, no final da tarde desta sexta-feira, 02, sobre as ações à frente da Cotrijuí. Por decisão do Poder Judiciário de Ijuí, a empresa foi nomeada para gerir a cooperativa, a partir de intervenção judicial, que afastou a direção que atuava na Cotrijuí.

O interventor nomeado é o advogado, Rafael Brizola Marques. Conforme a nota, após três anos de liquidação extrajudicial, houve notório crescimento do passivo da cooperativa. Além disso, a empresa Brizola e Japur afirma que não há ordem para suspender as atividades da Cotrijuí. A nota também esclarece que aos profissionais nomeados cabe gerir as unidades da cooperativa, arrecadar os bens, livros e documentos onde quer que estejam, realizar levantamento de todos os créditos e débitos da Cotrijuí, além de administrar os atos cooperativos e promover as diligências gerenciais necessárias para funcionamento da instituição.

A empresa observa que trabalha incessantemente para apresentar ao Judiciário um diagnóstico preliminar da situação da Cotrijuí, a fim de planejar as próximas ações. Em paralelo, a administração judicial alerta que já adota as medidas necessárias para manter as atividades em funcionamento, implementar sistemas de controle e, sobretudo, conservar o valor dos ativos. Uma auditoria começou a ser feita na Cotrijuí quarta-feira, dois dias depois da intervenção judicial.

Abaixo, a nota na íntegra:

 

Na condição de Liquidante e Administradora Judicial nomeada nos autos do processo n. 016/1.18.0000125-6, da 1ª Vara Cível da Comarca de Ijuí, vimos, através da presente, esclarecer os recentes fatos ocorridos na COTRIJUÍ. Após três anos de Liquidação Extrajudicial, com notório crescimento do passivo, foi ajuizada ação judicial por um dos principais credores da Cooperativa visando a conversão da Liquidação Extrajudicial em Judicial.

Ademais, conforme se vê pela mídia, foi deflagrada investigação pelo Ministério Público, com o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão nas sedes da cooperativa. Tudo isso levou ao deferimento de tutela de urgência para afastamento da diretoria nomeada durante a Liquidação Extrajudicial e a nomeação da empresa BRIZOLA E JAPUR ADMINISTRAÇÃO JUDICIAL para atuar na condição de Liquidante e Administradora Judicial. Não há ordem para suspender as atividades da COTRIJUÍ.

Aos profissionais nomeados caberá a honrosa e difícil missão de (i) gerir as unidades da Cooperativa; (ii) arrecadar os bens, livros e documentos da Cooperativa, onde quer que estejam; (iii) realizar levantamento de todos os créditos e débitos da Cotrijuí; (iv) administrar os atos cooperativos e promover as diligências gerenciais necessárias para funcionamento da cooperativa.

Com esse escopo, a Administração Judicial nomeada está trabalhando incessantemente para apresentar ao Juízo um diagnóstico preliminar da situação da Cooperativa, a fim de planejar as próximas ações. Desde já, é possível afirmar que a Cooperativa vive um momento de grande dificuldade.

Em paralelo, sensível à importância social e econômica da Cooperativa, a Administração Judicial está tomando as medidas necessárias para manter as atividades em funcionamento, implementar sistemas de controle e, sobretudo, conservar o valor dos ativos.

Desde o primeiro dia de atuação, a Administração Judicial tem procurado atender a todos os associados, órgãos de imprensa e comunidade em geral e assim seguirá, procurando ouvir todos os interessados. Assim, contamos com a compreensão e o apoio de todos para construir a melhor solução neste momento de dificuldades.

 

BRIZOLA E JAPUR ADMINISTRAÇÃO JUDICIAL

 
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