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Equinos são sacrificados em Cruz Alta em função da doença de mormo

14 de julho de 2017

A secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul efetuou, nesta semana, abate de dois cavalos, em Cruz Alta, que estavam infectados com a doença de mormo. A detecção da doença já havia ocorrido há mais de um ano, porém o proprietário tinha conseguido evitar que os animais fossem abatidos por meio de uma decisão judicial. No entanto, agora outros testes novamente confirmaram mormo nos equinos, por isso os animais acabaram eliminados.

Na época, quando surgiram os dois casos, os equinos estavam numa propriedade no perímetro urbano de Cruz Alta, ao lado de uma escola, o que motivou a transferência dos estudantes para outro educandário. Um dos cavalos continuava nesse local e o outro foi abatido na propriedade do mesmo dono, mas em Tupanciretã.

Agora, o Rio Grande do Sul precisa aguardar mais seis meses para ser considerado livre de mormo, caso não surja novo caso da doença, que não tem cura. Em 2015 houve casos de mormo em equinos nos municípios de Nova Ramada, Boa Vista do Cadeado e na região das Missões.

 
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