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Escola abandonada há 4 anos passa por mutirão de limpeza em Cruz Alta

10 de julho de 2017
Uma escola abandonada há quatro anos passou por um mutirão de limpeza, no último sábado (8) em Cruz Alta. O prédio estava sendo ocupado por usuários de droga e moradores da região reclamavam de vandalismo e violência.

O mutirão ocorreu por meio de uma parceria entre Exército e a comunidade, dentro do projeto "União e Força". "A escola estava muito suja, muito degradada", afirma o comandante do Exército, general Carlos Machado.

Após a limpeza, o lixo retirado foi para reciclagem. "Ajuda na renda e ajuda o meio ambiente", comemorava a catadora Ana Luíza Leite.

Depois da limpeza, o grupo decidiu lacrar o prédio para inibir que moradores de rua e usuários de droga voltassem a se abrigar alí.

"Aqui vinha sendo um lugar em que as pessoas vinham fazer uso de drogas ilícitas e tudo mais, então esse trabalho vai ser realizado também. A gente chama também a vizinhança, os antigos alunos inclusive, a ajudarem a manter isso nos próximos dias, nas próximas semanas, nos próximos meses, para que não volte acontecer o que acontecia antes. A limpeza ela induz a isso, mas a presença das pessoas, isso vai ser fundamental para que essa área permaneça assim", diz o comandante do Exército.

A limpeza do prédio, seguida da decisão de lacrar o prédio, trouxe tranquilidade a comerciantes e moradores.

"Tinha um grande fluxo de pessoas fazendo atividades ilícitas aqui na volta, a gente já sofreu até tentativa de assalto nesse tempo. Então era bem preocupante, não só para nós, como para os moradores aqui da região. A gente ficou bem mais tranquilo quando se iniciaram esses trabalhos, a gente percebeu que começou a ficar mais claro, então acaba inibindo a ação deles", alivia-se o empresário Guilherme Macke.

O coordenador regional de educação Gustavo Bilibi acompanhou o trabalho e disse que em breve o novo prédio vai começar a ser construído. "A gente acredita que aí vai levar no máximo 3 meses para encerrar o processo licitatório e aí então começa as obras na Escola Margarida Pardelhas".

Enquanto isso, alunos esperam que o prédio seja reaberto. "Faz tempo que nós queremos voltar para lá", diz o estudante Luiz Otávio Silva, 11 anos.

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