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Escritório regional da Emater, com sede em Ijuí, acompanha evolução das culturas após geadas

24 de agosto de 2020
Fotos demonstram a intensidade da geada no dia 21 de agosto na região de Ijuí

O escritório regional da Emater, com sede em Ijuí, realiza levantamento para identificar as consequências, nas lavouras, da forte geada que aconteceu na última sexta-feira. O agrônomo, Gilberto Bortolini, ressalta que em torno de 50% do trigo está na fase reprodutiva, período muito sensível para geada.

Por isso, ele acredita que existem áreas que poderão ter perda total do cereal, porém, também dependendo da região. Por exemplo, na região Celeiro e Norte do Estado o trigo foi plantado antes que outros locais, por isso, a cultura está mais adiantada, consequentemente com maiores danos.

Já o trigo em início de desenvolvimento é beneficiado com a geada, pois auxilia no perfilhamento. Gilberto Bortolini destaca que a canola também apresenta perdas, especialmente onde já existem as sílicas, ou seja, a estrutura de granação.

No tocante ao milho, o agrônomo da Emater observa que os reflexos negativos da geada se concentram, principalmente, na cultura plantada no final do mês passado, situação também registrada na região Norte gaúcha. Porém, o milho tem capacidade de recuperação e é o que deve ocorrer em grande parte da área já cultivada. Além disso, muito do que foi plantado ainda nem germinou, portanto, sem estragos.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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