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Ex-governadora gaúcha entende que novo mandatário do Estado deverá cortar gastos e pagar funcionalismo em dia

4 de novembro de 2018

A ex-governadora do Rio Grande do Sul e deputada federal, pelo PSDB, Yeda Crusius em entrevista na Progresso falou sobre a ruptura que a sigla enfrenta. Disse que o problema foi gerado por série de fatores.

Uma das situações trata das votações das chamadas pautas bomba, votadas pelo Congresso Nacional, como o teto de gastos, que rachou o partido. Disse que uma parte dos integrantes da sigla queria criar gastos onde não podia.

Também ressaltou o fato do então presidente do PSDB, Aécio Neves, estar envolvido em escândalos com a empresa JBS. Yeda Crusius salientou que a sigla deve fazer análise interna através de congresso a ser realizado no primeiro trimestre de 2019.

Na mesma entrevista na RPI, Yeda Crusius, destacou o motivo da baixa votação do candidato do PSDB a Presidência da República, Geraldo Alckmin. Um fato preponderante para isso, conforme ela, foi a divisão partidária ocorrida para o governo do São Paulo, que contaminou o restante do país.

Já em termos de governadores eleitos, o PSDB reduziu dos atuais oito para três. Disse que no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite se elegeu porque uniu o partido em torno de sua candidatura. Ela enfatizou que como primeira meta dele será cortar gastos e pagar em dia o funcionalismo.

De outra parte, Crusius elogiou a escolha do Juiz Sérgio Moro, como Ministro da Justiça pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro. Frisou que a escolha é eticamente perfeita.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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