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Expointer encerra com mais de R$ 2,6 bilhões em vendas e 416.416 mil visitantes

2 de setembro de 2019
Entrevista teve a presença do governador Leite, do vice Ranolfo, do secretário Covatti e representantes de entidades - Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Passaram pelo Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na 42ª Expointer, 416.416 mil visitantes. A feira, que iniciou em 24 de agosto, terminou ontem (1º) com um crescimento nos negócios de 17,37% em relação ao ano passado. O total arrecadado na Expointer 2019 supera R$  2,6 bilhões. O balanço final dos resultados foi divulgado ainda ontem na Central de Imprensa em entrevista coletiva com a presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, do secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, e de representantes de entidades promotoras. 

Para o governador Eduardo Leite, os dados mostram que a economia do Estado é forte. “Os números nos enchem de otimismo e confirmam nossas expectativas positivas com relação à feira, injetando confiança na retomada do crescimento”, disse.

No setor de máquinas e implementos, o mais rentável da feira, a comercialização chegou a R$ 2,546 bilhões – crescimento de 11,43% em relação ao arrecadado pelo setor em 2018. Neste ano, as entidades decidiram separar em uma nova categoria o setor automobilístico, que arrecadou R$ 139,5 milhões. Anteriormente, estava incluso na soma do segmento de máquinas e implementos – a arrecadação individual do setor, em 2018, foi de R$ 101,165 milhões, o que contabiliza aumento de 28% neste ano.

O setor da agricultura familiar vendeu R$ 4.540.549,57 – crescimento de 13,51% com relação ao ano passado. Na venda de artesanato, a expansão chegou a 8,38%, somando R$ 1,385 milhão neste ano.

O único setor que apresentou decréscimo foi o da pecuária. Com relação às vendas de 2018, a comercialização de animais caiu 18,01% – o total de vendas alcançou R$ 8.443.190,00. No ano passado, a comercialização foi maior, totalizando R$ 10.269.226,00. Um dos motivos pelos quais houve queda foi a suspensão de leilões de cavalo crioulo e de terneiros, organizado pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).

Caso os leilões tivessem ocorrido, teria havido acréscimo de cerca de R$ 1 milhão na comercialização de animais. “A origem da feira é a pecuária. Vamos batalhar para, que no próximo ano, consigamos consolidar esses números, incentivando cada vez mais nossa pecuária gaúcha”, garantiu o secretário Covatti Filho.

O público estimado para os nove dias de feira é de cerca de 420 mil pessoas, entre 24 de agosto e 1º de setembro, crescimento de quase 13% em comparação com 2018.

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