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FEDERASUL comemora retirada de projetos da Reforma Tributária do RS

22 de setembro de 2020
Foto: Sérgio Gonzales / divulgação CICS

A Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (FEDERASUL), que representa mais de 90 mil empresas gaúchas sediadas nos 497 municípios do Estado, vê como positiva a ação de desistir e retirar o Projeto de Reforma Tributária da pauta da Assembleia Legislativa.

Conforme a Presidente da entidade, Simone Leite, ao dar esse importante passo, o Piratini avança na expectativa do diálogo e da formatação de um projeto de Estado, alicerçado em modernização, desburocratização e ampliação da parceria com o setor privado. “Essa não é uma conquista isolada da FEDERASUL, que se manteve unida e firme na posição contrária ao Projeto, mobilizando seus filiados e lideranças políticas e empresariais, mas de 11 milhões de gaúchos que, há quase cinco anos, pagam o maior ICMS do País em energia, combustíveis e telecomunicações. O Projeto visava o aumento de impostos”, relatou a presidente.

Simone Leite reinterou que a FEDERASUL reafirma seu papel de contrariedade a qualquer alternativa que vise o aumento de impostos. O Estado teve tempo suficiente para organizar seu fluxo de caixa e adequar suas despesas ao que arrecada com impostos.

“É momento de diminuir a máquina pública por meio de extinção de empresas, tal como a CESA (Companhia Estadual de Silos e Armazéns) e METROPLAN, que tiveram suas liquidações aprovadas pelo Parlamento, assim como a EGR. Privatizar estatais ou concedê-las à iniciativa privada e reduzir o número de CCs e despesa com pessoal. Tempo propício também para extinguir Secretarias, Fundações, Autarquias, aplicar matrizes modernas e ampliar a base da arrecadação”, ressaltou Simone.

Pensando num Estado mais eficiente, a FEDERASUL encaminhou nesta terça (22) Carta ao Parlamento sustentando a necessidade de avanço e aprovação de quatro projetos: extinção do duodécimo; reforma dos militares; retirada da exigência de plebiscito para a privatização de empresas públicas e teto de gastos.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí e FEDERASUL
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