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Força tarefa contra o abigeato terá atenção também na região Noroeste gaúcha

24 de agosto de 2016
Uma força tarefa está em vigência no Rio Grande do Sul para combate ao abigeato, crime que tem trazido muitos prejuízos para agricultores e também consumidores que, muitas vezes, consomem carne imprópria. O trabalho deflagrado no início desse mês é liderado pela Polícia Civil gaúcha e tem a parceria da Farsul. Em entrevista nesta quarta-feira, 24, na RPI, o assessor de segurança da Farsul e coronel da reserva da Brigada Militar, Jerônimo Ferreira Barbosa, ressaltou que um dos objetivos é tirar de circulação o máximo de pessoas que praticam furto e roubo de animais, especialmente bovinos. Além disso, o trabalho quer atuar em mercados e estabelecimentos que comercializam carne clandestina.

Incialmente essa força tarefa trabalha nas fronteiras Sul e Oeste do Estado, mas tem atenção com todo o território gaúcho. Inspetorias Veterinárias, Brigada Militar e Vigilâncias Sanitárias municipais também devem ser parceiros nessa empreitada. Uma das grandes finalidades da Farsul, segundo o coronel Jerônimo, diz respeito ao repasse de informações para a Polícia Civil sobre locais de abigeato e abigeatários.

O entrevistado esclareceu que no ano passado os abigeatos aumentaram em 25% em relação a 2014 no Rio Grande do Sul. Em 2015 foram 9.278 registros de furtos ou roubos de animais, principalmente bovinos e ovinos. Nesse ano, entre janeiro e julho, já houve constatação de 5.868 ocorrências da mesma natureza. Por outro lado, desde o início da mencionada força tarefa, foi possível recuperar 126 animais.

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