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Héder Lopes, roupeiro do São Luiz, se emociona ao falar do grupo de 2017

1 de janeiro de 2018

Héder Lopes é roupeiro de futebol. Atua na função há 21 anos e está no São Luiz de Ijuí há 6 anos. Num trabalho especial, o repórter Alex Frantz, conversou com o profissional sobre como funciona a atividade.

Trabalho como roupeiro no futebol há muitos anos, sempre procuro chegar cedo para organizar tudo antes dos treinos começarem. Vida do roupeiro é isso, chega mais cedo, sai mais tarde.

 

Héder relata também como surgiu a oportunidade para trabalhar no futebol. Eu comecei na SER Santo Ângelo em 1996. O Paulo Henrique(atual técnico do São Luiz) era jogador e a direção me convidou, eu aceitei e estou até hoje nessa função. Vim para o São Luiz em 2013 trazido pelo Sandro Palharini e estou muito feliz.

 

O profissional também salienta que sempre procura se adequar as exigências feitas pelos jogadores. Sempre procuro me adequar as exigências dos jogadores, gosto de receber eles bem e dificilmente tenho atrito com jogadores“.

 

O roupeiro explica como funciona a função em dias de jogos. “Dia de jogo é mais complexo, a preparação eu começo um dia antes para não chegar no dia não dar atropelo e fico muito apreensivo e realizo um chek list como chamamos.

 

No São Luiz desde 2013, Héder elege a melhor temporada que trabalhou no clube. “A temporada 2013 muito foi muito boa, mas a de 2017 foi a melhor. Eu já tinha participado de um acesso e em 2017 foi a mais especial.

 

Na temporada 2017, a esposa do roupeiro, Héder Lopes, estava grávida de uma menina, ao chegar no vestiário, o profissional foi surpreendido, pois os jogadores organizaram um chá de bebê para sua filhinha. “Eu não sabia de nada e quando cheguei no vestiário e vi tudo armado eu fiquei muito emocionado(chorando) e graças a Deus deu tudo certo e este grupo merecia subir. Este grupo era uma família. Eu já tinha presenciado grupos onde ninguém se dava, mas igual este ano, todo mundo amigo, todo mundo responsável e as coisas aconteceram de forma positiva dentro de campo.

 

Héder Lopes finaliza dizendo que não sabe o que faria se não atuasse no futebol. “Não sei. Eu estava no exército, sinceramente nem sei. Saí do exército na época e estava um tempo desempregado e abriu essa porta e eu vim atuar como roupeiro. Já tentei trabalhar no comércio lá na minha cidade(Santo Ângelo) e não consegui e vou ficar no futebol“.

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