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Índices apontam melhora da economia, mas consumidor ainda está receoso em gastar

10 de dezembro de 2017
Embora os indicadores econômicos mostrem uma retomada gradual da economia, os brasileiros ainda não sentiram grande diferença no bolso. Neste final de ano, os consumidores se empenham em pesquisas de preço e o amigo oculto vira uma saída para reduzir os gastos com presentes no Natal.

Nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De janeiro a novembro, o índice registrou um acumulado de 2,5%, o menor resultado nos primeiros 11 meses desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%.

Comércio segura o preço
Mesmo com os consumidores receosos, o comércio está otimista. Após dois anos de queda, a expectativa é que 2017 tenha um aumento nas vendas de 5,2% em relação ao ano passado, a maior variação desde 2013, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ao todo, o Natal deverá movimentar R$ 34,9 bilhões.

Para estimular as compras, os vendedores têm feito o possível para não repassar os custos para os consumidores. “Não repassamos os impostos para os clientes. O preço está mais acessível do que estava em 2014. Queremos ver se as pessoas compram mais, se animam”, diz o vendedor Diego Batista, 32 anos, da loja Emily Calçados, na Feira do Guará, a cerca de 9 Km do centro de Brasília.

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