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Na Expointer, Geraldo Alckmin defende o porte de arma para quem vive no campo

29 de agosto de 2018

Nesta semana, a Expointer 2018 tem sido o palco mais disputado pelos candidatos à presidência da república. Nesta terça-feira, Geraldo Alckmin, candidato pelo PSDB, cumpriu agenda no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio, ao lado da vice, a senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP). Em discurso na Farsul, o tucano defendeu o porte de arma no campo, estratégia definida para fortalecer a campanha e tentar angariar votos no interior do Rio Grande do Sul de eleitores que apoiam Jair Bolsonaro do PSL.

“Na área rural, nós devemos ter facilitado o porte de arma. E disse claramente as razões. É diferente quem vive no campo e quem vive na cidade. Na cidade você disca 190 e em questão de minutos a polícia tá na porta, você tem câmera de vídeo, você tem policiamento ostensivo, preventivo, patrulhamento. Na área rural, você está distante dezenas de quilômetros do lugar ermo. Porte de arma na propriedade não tem nenhum problema”, argumentou o ex-governador de São Paulo.

Alckmin participou de um evento com diretores da Farsul na sede da entidade na Expointer. O presidente do Sistema Farsul Gedeão Pereira entregou ao candidato do PSDB um documento com 10 propostas para o desenvolvimento do país. O tucano respondeu também questões ligadas a assuntos como infraestrutura, tributos, abertura econômica, privatização, logística e política externa, entre outros temas que afetam a vida do produtor rural.

“Nós vamos trabalhar muito na agenda da competitividade, da simplificação tributária, da ampliação e melhoria da infraestrutura, da segurança jurídica e da segurança pública, dos acordos internacionais pra defender o produto brasileiro e conquistar mais mercado, para o crédito agrícola não ser esta agonia de todo o ano, mas você ter uma previsibilidade de 4, 5 anos, e com um seguro de renda”, explicou Geraldo Alckmin.

Sobre a tabela do frete dos caminhoneiros, Alckmin opinou que o processo não foi bem conduzido. Ele defende medidas que chama de colchão tributário, com o objetivo de diminuir o impacto da variação de preços dos combustíveis. Assim, segundo o tucano, o imposto seria reduzido, se o valor do combustível aumentasse, e o tributo aumentaria, na medida que o preço caísse. Por fim, Alckmin sinalizou que vai alterar a política de preços dos combustíveis no país. “E a Petrobras também não pode aumentar todo dia, ela tem que ter no mínimo 30 dias, verifica uma média e aí aplica”, defende o candidato.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí/Foto: Ciete Silvério

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