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Para vice-presidente do Cpers, greve do magistério representa indignação e contra humilhação

3 de agosto de 2017

A atual paralisação do Cpers/Sindicato representa uma greve de indignação e contra a humilhação, conforme disse nesta manhã, em entrevista na RPI, a vice-presidente da entidade, Solange Carvalho. Citou a migalha que foi a forma de pagamento parcelado dos salários do mês de julho, com parcela menor que um salário mínimo.

Ela ainda comentou que há professores e funcionários que não têm dinheiro nem para se deslocar às escolas. Solange Carvalho também enfatizou que essa greve do Cpers é histórica pelo fato de ter sido decidida logo após o reinício das aulas dos educandários estaduais, depois das férias, também pela adesão e ainda porque a discussão começou no último sábado.

Ela confirmou que amanhã à tarde haverá nova assembléia geral, em Porto Alegre, quando o Cpers vai avaliar se mantém ou suspende a paralisação. O 31º núcleo regional da entidade, com sede em Ijuí, deve se deslocar a Capital Gaúcha com três ônibus para a assembleia de amanhã.

 

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