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Plano 2030 do turismo regional começa a ser construído em Santo Ângelo

5 de dezembro de 2019
Foto: Fernando Gomes

A construção do Plano 2030, um compilado de ideias para desenvolver o turismo missioneiro nos próximos dez anos, teve início nesta quinta-feira, 5, em workshop no Salão Marfim do Clube Gaúcho.

O Plano 2030 é uma iniciativa do santo-angelense Álvaro Theisen, empresário do ramo da Engenharia Elétrica apaixonado pela história missioneira e que decidiu dedeicar-se à construção de ideias para o desenvolvimento do setor turístico como forma de auxiliar a sua terra natal.

Na abertura da programação, estiveram presentes o vice-prefeito de Santo Ângelo, Bruno Hesse, representando o prefeito Jacques Barbosa; Maurício Loureiro, presidente da Câmara de Vereadores; Vando Ribeiro de Souza, secretário municipal de Turismo e Puranci Barcelos dos Santos, presidente da Associação dos Municípios das Missões (AMM).

Antes da abertura dos trabalhos, o padre jesuíta Oscar Martin, de San Ignácio Guazu, no Paraguai, falou em nome da Associação Nação Missioneira, destacando a importância da união de todos os povos missioneiros na construção de projetos turísticos.

O coordenador geral do programa, Álvaro Theisen, explanou aos presentes as ideias de construção do Plano 2030. Afirmou que serão realizadas ainda reuniões em São Luiz Gonzaga, em março do próximo ano, e em Porto Alegre, existindo ainda a possibilidade de ser incluído um encontro em São Borja.

Theisen destacou que para formatar sua ideia entrevistou mais de 90 pessoas, buscando balizadores para o plano. Esse material se transformou em mais de mil páginas de relatos, ideias, sugestões e análises sobre o turismo missioneiro. “É importante relatar tudo que foi feito. E muito foi feito. Não podemos negar o passado, mas esse é um trabalho continuo e muito ainda precisa ser feito, ser aprimorado, para que possamos crescer”.

Álvaro enfatizou que a proposta é em dez anos mudar a realidade do turismo missioneiro, abrangendo a história dos 30 povos, com a participação das comunidades. “Sem isso será impossível. Não haverá protagonismo, todos tem que participar. Porém, é preciso que existam resultados. Projetos que não sejam palpáveis não evoluem”.

Durante a programação, os presentes puderam reunir estratégias e discuti-las em grupos. Desses grupos sairam as primeiras propostas para formar o Plano 2030.

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Fonte: Assessoria de imprensa da Prefeitura de Santo Ângelo