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Prefeitos da região acompanham mobilização em Brasília por mais dinheiro

22 de novembro de 2017
Mais de duas mil pessoas participam em Brasília, desde ontem, de encontro promovido pela Confederação Nacional dos Municípios. A programação termina hoje e visa solicitar, principalmente, R$ 4 bilhões extras do governo federal para que as prefeituras fechem as contas de final de ano. Às 19hs desta quarta-feira os presidentes das federações de associações de municípios dos Estados vão se reunir com o presidente da República, Michel Temer, a fim de oficializar os pleitos.

Da região da Associação dos Municípios do Planalto Médio (Amuplam), com sede em Ijuí, integram o ato na Capital Federal vários prefeitos, por exemlo, de Jóia, Adriano Marangon de Lima; Augusto Pestana, Vilmar Zimmermann; Catuipe, Joelson Baroni; Condor, Valmir Land; Bozano, Ernesto Nicoletti; Ajuricaba, Ivan Chagas; e de Nova Ramada, Marcus Bandeira. Nas fotos eles aparecem com o presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Salmo Dias.

Ainda estão em Brasília, da Amuplam, o prefeito de Ijuí, Valdir Heck; e o secretário de Educação de Coronel Barros, Odilar de Vargas. Centenas de prefeitos lotaram o auditório Petrônio Portela no Senado Federal na manhã desta quarta-feira, 22, para a mobilização Não deixem os Municípios Afundarem. Liderado pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, o movimento municipalista debateu a agenda do dia.
 

Ziulkoski pontuou o passo-a-passo da agenda do dia que inclui passeata nos arredores do Congresso, encontro com o presidente da República, Michel Temer, e votação de pautas de interesse dos Municípios. "Temos que estar unidos e organizados para conseguir o que a gente quer, se não não vai encaminhar nada". Após falar da agenda, Ziulkoski revisou a pauta prioritária defendida pelos Municípios. Dentre as pautas, a principal e a mais esperada pelos gestores municipais está o Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM)- que deve ser dividido por todos as Prefeituras nos mesmo moldes que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os prefeitos, que estão com a corda no pescoço, esperam que o governo libere cerca de R$ 4 bilhões que, de acordo com Ziulkoski, "ajudaria muito os Municípios".
 

" Estamos pedindo uma migalha, tendo em vista as ações que foram feitas para os Estados. Precisamos articular com nossos parlamentares para eles também pressionaram o governo," disse ele. Após uma consulta ao público sobre a próxima etapa da manifestação, os presente, que chegam a cerca de mil gestões, decidiram seguidora as ruas e gritar pelas demandas municipais.

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