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Presidente da Amuplam antecipa preocupação quanto a queda de arrecadação de prefeituras com estiagem

14 de janeiro de 2022
Olivar Scherer, vice-prefeito, (esquerda) e Edison Arnt

Com situação semelhante de perdas na região em virtude da estiagem, o presidente da Associação dos Municípios do Planalto Médio e prefeito de Coronel Barros, Edson Arnt, entende que a união é fundamental para enfrentar os impactos da seca na economia que devem ser refletir, segundo ele, pelos próximos dois anos.

Dentre os 11 municípios da Amuplam, com sede em Ijuí, os danos causados pela falta de chuva estão em cerca de um bilhão de reais, mesmo que os cálculos não sejam exatos e que os prejuízos aumentam dia a dia. Na última quarta-feira, a Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul entregou pauta de reivindicações para a Ministra da Agricultura, Teresa Cristina, que esteve em Santo Ângelo.

A Famurs quer, por exemplo, que o governo federal libere linha de crédito emergencial com juro zero, prorrogação das parcelas no âmbito do Pronaf por 10 anos e descontos para liquidação de dívidas ativas com a União. Essas solicitações são as mesmas da Amuplam.

Edson Arnt destaca que as administrações municipais vão sentir redução de repasse de dinheiro referente ao retorno de ICMS, por parte do Estado, ainda, possivelmente, queda de encaminhamento de recursos do FPM – Fundo de Participação dos Municípios – nesse caso, do governo federal. Além disso, o presidente da Amuplam comentou os impactos negativos que o comércio deverá sentir com a quebra na agricultura pela estiagem.

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Fonte: Radio Progresso de Ijuí
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