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Fetag cobra ações do Governo Federal em razão da estiagem e avalia região de Ijuí como uma das mais afetadas

27 de janeiro de 2022

 O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS), Carlos Joel da Silva, falou nesta quinta-feira, 27, sobre os encontros realizados com o governo federal e estadual para cobrar soluções dos problemas decorrentes da estiagem. A intenção é fazer com que o socorro chegue logo ao pequeno produtor.

Carlos Joel lembrou que a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina está ciente da realidade, pois esteve, recentemente, nas regiões atingidas. O líder da Federação acrescentou que, no entanto, o retorno ainda não veio. Na segunda-feira, 24, houve novo encontro do governo federal com representantes dos três estados do Sul para novos alinhamentos.

O presidente da Fetag/RS entende que existem três tipos de produtores, sendo que cada um precisará de um de auxílio personalizado. O primeiro, o mais fragilizado, é aquele que planta com recursos próprios, o segundo é o que busca financiamento e o terceiro é o cooperado. Cada caso tem sua particularidade, mas, em resumo, os pedidos são por ajuda como uma bolsa estiagem, prorrogação nos contratos, crédito emergencial, juros subsidiados, linhas de créditos, entre outros.

O governo estadual já sinalizou algumas ações, entre as quais recursos do programa Avançar para abastecimento, açudes, poços artesianos e instalação de redes de água. “A pressão é fundamental e, por isso, até o momento, o Grito de Alerta está mantido”, afirmou Carlos Joel, destacando que mesmo com a pandemia o entendimento é que só assim será possível alcançar as conquistas.

No levantamento da Fetag, regiões como a de Frederico Westphalen, Ijuí, Alto Jacuí, Santa Rosa, Missões, Fronteira são as mais afetas pela crise hídrica.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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