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Presidente da Fetag ressalta luta para manter contribuição sobre a produção para o produtor

1 de maio de 2017
Para a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul, é necessário mais mobilizações para que o governo federal recue com as reformas pretendidas, especialmente previdenciária e trabalhista. Durante entrevista nesta manhã na Progresso, o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, disse que de imediato a entidade quer que o agricultor siga com a contribuição sobre a produção e não seja obrigado a contribuir individualmente, segundo o que deseja o governo Temer com a reforma da Previdência Social.

Carlos Joel da Silva destacou que se essa alteração ocorrer, apenas 30% dos agricultores familiares vão ter condições de pagar individualmente a Previdência. O restante deverá contribuir somente a partir dos 40 anos de idade, para contar período de aposentadoria e, com isso, ficará algum tempo sem possibilidade de acessar os auxílios doença, maternidade, dentre outros. O presidente da Fetag lembrou que o produtor não tem salário, por isso, não tem como contribuir de maneira mensal.

Carlos Joel da Silva aproveitou a entrevista na RPI para fazer um balanço positivo da mobilização da última sexta-feira no Rio Grande do Sul, contra os projetos do governo federal. Para o presidente da Fetag, em 42 pontos de manifestações, mais de 100 mil trabalhadores foram às ruas mostrar a insatisfação com as reformas do governo Michel Temer.
 

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