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Preso suspeito de participar de falso sequestro em que mulher pediu R$ 300 mil para companheiro

22 de janeiro de 2019
Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um homem foi preso na manhã de hoje (22) em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, por participar do falso sequestro de uma mulher na quarta-feira (16). Na investigação, a Polícia Civil descobriu que ela fazia parte de uma associação criminosa, onde pediam o valor de R$ 300 mil para o resgate.

A primeira pessoa presa pelo crime foi a mulher (suposta vítima), a qual teve prisão preventiva decretada após o flagrante.

Relembre o caso:

Na última quarta-feira (16) a vítima do caso começou a receber mensagens no celular que apontavam o sequestro de sua companheira.

A vítima achou melhor ignorar as ameaças recebidas dos supostos criminosos e seguir a recomendação das autoridades de segurança. Então, avisou a polícia.

Segundo o delegado responsável pelo caso, João Paulo de Abreu, assim que a polícia recebeu a informação sobre um sequestro em Águas Claras, em Viamão, foi iniciada a apuração sobre extorsão mediante sequestro.

Durante o trabalho realizado por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), ainda de acordo com o delegado, foi descoberto que a vítima de sequestro, na verdade, estava participando de uma associação criminosa.

A mulher, conforme a polícia, atuava com a ajuda de dois comparsas para aplicar o golpe. Percebendo que não daria certo, ela forjou a própria libertação e se apresentou em uma delegacia em Novo Hamburgo, cidade que fica distante cerca de 54 km de Viamão. Mas já era tarde. Os policiais já sabiam da armação.

“Desesperada, chorando, muito alterada. Tudo isso já havia sido previamente combinado com outro indivíduo. Então, para nós, estava clara a participação dela no crime de estelionato. Era ele [marido] a vítima, no caso”, acrescenta o delegado João Paulo.

Na delegacia, a mulher acabou presa em flagrante por estelionato, falsa comunicação de crime e organização criminosa.

Depois do registro do flagrante, ela foi encaminhada ao Departamento Médico Legal para os exames de praxe. Em seguida, foi conduzida ao Presídio Madre Pelletier, em Porto Alegre. Mais tarde, a prisão preventiva foi decretada.

“Fica claro que ela agiu de forma dolosa para aquela prática criminosa, tinha plena consciência do que estava ocorrendo. A vontade dela era obter valores do próprio marido, ela e os demais criminosos, de forma conjunta, associados”, completa o delegado.

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Fonte: G1

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