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Professor da Unicruz alerta sobre condições climáticas que podem favorecer deslocamento de gafanhotos

24 de junho de 2020

Uma nuvem de gafanhoto que percorre a Argentina deixa em alerta o Rio Grande do Sul. Ontem a praga estava a 250 quilômetros da fronteira com o Rio Grande do Sul. O professor do curso de Agronomia da Unicruz, Maurício Pasini, disse para a RPI que as atuais condições climáticas, com temperatura alta e ventos, são propícias para o deslocamento do inseto.

Inclusive os gafanhotos voam no sentido do vento. Pasini frisa que a partir dos 15 graus ambiente, inicia a função metabólica da praga, ou seja, os gafanhotos agem nas plantações, além da multiplicação do inseto.

Maurício Pasini comenta que a presença de gafanhotos não é novidade, o que muda é a incidência, ou seja, agora são milhões deste tipo de inseto. Em grande quantidade no mesmo local, a praga precisa migrar para outras regiões a fim de buscar alimento, por isso, o perigo de chegar em lavouras gaúchas, com o deslocamento por cetenas de quilômetros.

O professor da Unicruz ainda alerta que essas espécies de gafanhoto comem o que tiver pela frente. Com temperatura mais baixa, por exemplo, 5 a 10 graus, a ação da praga é muito menor. Para a microrregião de Ijuí, a previsão é de queda de temperatura na sexta-feira, com mínima de seis graus. Para sábado e domingo a tendência é de mínima de três a quatro graus. Nas últimas horas o Ministério da Agricultura divulgou que a nuvem de gafanhoto, que está na Argentina, deve seguir em direção ao Uruguai.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

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