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Responsável pela operação Leite Compensado assegura investigações e não descarta novas fases do processo

23 de novembro de 2016
No transcurso do quarto ano da operação Leite Compensado no Rio Grande do Sul, o Promotor Público, Mauro Rockembach, responsável pela investigação, observa que se constatou uma cultura criminosa no que tange à adulteração do leite. Durante entrevista nesta manhã na RPI, ele disse que as 11 fases da Leite Compensado e quatro da operação Queijo Compensado comprovaram um elo criminoso entre produtores, transportadores, postos de resfriamento e indústrias com objetivo de lucrar através da adição de produtos ao leite.

O Promotor frisou que após as operações, houve avanços, especialmente com a implantação da Lei do Leite no solo gaúcho que disciplina questões como o transporte do alimento e regularização na indústria. No entanto, Mauro Rockembach esclarece que para combater esse tipo de crime é preciso repressão, legislação atualizada e fiscalização eficiente. Ele confirmou que estão em andamento novas investigações e acredita que sejam realizadas novas operações contra fraude no segmento de leite, porém com intensidade menor que edições anteriores.

 
 

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