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Retirada da vacina contra febre aftosa é discutida no Rio Grande do Sul

3 de maio de 2017
Neste mês de maio acontece, no Rio Grande do Sul, a campanha de vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa. Todos os animais precisam ser imunizados, e a aquisição dos medicamentos é de responsabilidade dos produtores.

Um dos temas que se discute há algum tempo diz respeito à possibilidade da retirada da obrigatoriedade dessa vacinação, tendo em vista que, desde o início dos anos 2.000, não ocorre registro de aftosa no rebanho gaúcho. Na região, os últimos casos aconteceram no município de Jóia.

O supervisor da Coordenadoria Regional da Agricultura, com sede em Ijuí, Emilio Stum, afirma que a nova perspectiva do Estado é de retirar a imunização anti-aftosa a partir do ano de 2021, com a conclusão em 2023.

Segundo Emilio Stum, o Rio Grande do Sul deve ser o último Estado brasileiro a retirar a vacina da febre aftosa, em razão de muitas fronteiras com outros países, como Argentina e Paraguai.

No momento, apenas o Estado de Santa Catarina não utiliza mais a imunização contra a aftosa.
 

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