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Rio Grande do Sul investiga dois casos suspeitos de coronavírus

1 de fevereiro de 2020

A Secretaria da Saúde (SES) divulgou nesta sexta-feira (31/1) uma atualização dos casos suspeitos por infecção por coronavírus. Houve um novo registro com suspeita, relacionada a uma mulher de 60 anos, residente em Canoas, que esteve em Hong Kong e Macau recentemente. O outro que permanece em investigação é um homem de 54 anos, residente em Hong Kong, que procurou atendimento durante visita a Novo Hamburgo. Ambos estão sem sinal de gravidade nos sintomas e encontram-se em isolamento domiciliar. Um plano de contingência e ação para municípios e serviços de saúde foi divulgado hoje pela SES.

O caso de uma mulher de Gravataí, divulgado na quinta-feira (30/1), foi excluído. Ela teve apenas contato com chineses no Rio Grande do Sul, mas esses não apresentaram sintomas da infecção. Outros três casos acabaram descartados, com diagnóstico para gripe do tipo influenza, em residentes de Dois irmãos, São Leopoldo e Montenegro. Também houve outras três notificações excluídas (em residentes de Dois Irmãos, Pelotas e São Leopoldo) que não se enquadraram nos critérios de suspeitos.

Hoje, é considerado caso suspeito quando se refere a pessoa que nos últimos 14 dias teve viagem para a China e que venha a apresentar febre acompanhada de algum sintoma respiratório (tosse ou dificuldade para respirar) ou aquela pessoa que teve contato com um caso suspeito e também apresente esse quadro clínico.

A população e os profissionais de saúde do RS podem entrar em contato para esclarecimentos de dúvidas e notificações por meio do telefone 150 do Disque Vigilância ou pelo e-mail [email protected]

Plano de ação

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira uma primeira versão de Plano de Contingência e Ação para o novo coronavírus. O material (disponível em saude.rs.gov.br/coronavirus) descreve as ações de vigilância e atenção em saúde do Estado em todos os níveis de complexidade a serem executadas frente à detecção de um caso suspeito. As orientações buscam minimizar os riscos à população frente a um caso e orientar a adoção de medidas preventivas e indicação de uso de equipamentos de proteção individual (EPI) nos serviços de saúde.

 

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Fonte: rs.gov.br

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