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MANCHETES

Sinais de que anda você está ingerindo muito açúcar

21 de novembro de 2017
O açúcar está em todo o lado. Mesmo que não o use no café, vai consumi-lo nas bolachas e mesmo que não coma bolachas, vai encontrá-lo no pão, nas tostas, nos snacks rotulados como saudáveis e num sem fim de alimentos que marcam presença na alimentação diária. O açúcar é um dos ingredientes que mais facilmente se esconde nos alimentos e quanto mais processados estes forem, pior.

Mesmo quando se pensa que se tem uma dieta saudável e equilibrada, o consumo excessivo de açúcar acabar por ser uma realidade mais frequente do que o desejado, sendo vários os sinais que o corpo dá quando este ingrediente se encontra em excesso. E exemplo disso é a vontade constante de comer (ainda mais) açúcar.

Este é sinal claro de que se está já a consumir este ingrediente em demasia, uma vez que "ao ter uma dieta rica em açúcar, vai-se causar uma resposta hormonal no corpo que é como uma onda" e que causa picos constantes de açúcar no sangue, explica Brooke Alpert, membro da Associação Americana de Dietistas.

Ao site da revista norte-americana Marie Claire, a especialista diz ainda que o excesso de açúcar é facilmente notório quando a pessoa procura alimentos doces para se satisfazer, satisfação essa muitas vezes relacionada com um estado emocional mais débil. E por falar em estado emocional, as mudanças constantes de humor são também um sinal de que se está a consumir demasiado açúcar, estando a sensação de irritação e frustração associadas aos momentos em que o corpo 'carece' do consumo regular de açúcar.

O ganho de peso é possivelmente o sinal e a consequência mais notória, assim como o mau estado da pele, que tende a ficar mais oleosa e com mais borbulhas. Em causa, explica a especialista, está o efeito negativo que o açúcar tem na regulação das hormonas, algo que fica à vista no mau estado da pele.

Apesar de o açúcar ser ainda associado à hiperatividade e a uma maior energia, a verdade é que o consumo regular e elevado consegue ter um efeito totalmente oposto, roubando a vitalidade às pessoas e 'convidando-as' a renderem-se ao sedentarismo. A esta falta de energia, escreve a publicação, junta-se ainda o aumento de cáries e problemas dentários.

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