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Temperatura e energia elétrica são principais gargalos em nova legislação do leite

12 de junho de 2019

A redução de temperatura do leite e a qualidade da energia elétrica que abastece propriedades rurais se traduzem em algumas das principais questões que surgem com as novas normativas sobre produção leiteira.

No dia 30 de maio deste ano entraram em vigor nas normas 76 e 77, autoria do Ministério da Agricultura. Com isso, por exemplo, os produtores precisam manter o leite em temperatura mais baixa do que ocorria anteriormente e na indústria o produto deve chegar, no máximo em sete graus.

Durante entrevista hoje pela manhã na Progresso, o secretário executivo do Sindicato da Industria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul, Darlan Palharini (foto), ressaltou que também surge a preocupação com melhoria das redes elétricas. Isso porque, os agricultores necessitam de energia de qualidade para garantir que possam manter em funcionamento, por exemplo, resfriadores e ordenhadeiras.

As novas normativas do leite vão ser debatidas hoje à tarde durante encontro no salão de atos Argemiro Jacob Brum da Unijuí, no campus Ijuí. O encontro começará, logo mais, às 13 horas. A programação inclui palestras sobre a Lei do Leite, aspectos de inspeção do leite que se modificam a partir das normativas e sobre o Plano de Qualificação de Fornecedores.

Para Darlan Palharini, com essas novas normas, a discussão sobre o leite irá muito além da questão de preço, por exemplo, também sobre infraestrutura nas propriedades, participações de governos com respectivos serviços, linhas de financiamento e cooperativas ou empresas de eletrificação.

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Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

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